Caterpillar inaugura nova unidade em Campo Largo

O prefeito Edson Basso participou, na terça  (18), da inauguração da nova unidade da multinacional Caterpillar em Campo Largo. A inauguração marca o inicio oficial da produção de retroescavadeiras e carregadeiras da marca no município. Além do prefeito de Campo Largo, o evento contou com a presença do Governador do Estado Beto Richa, dos vice-presidentes da Caterpillar- mundial- Chris Schena e Mary Bell, do presidente da empresa no Brasil, Luiz Carlos Calil, empresários, secretários de estado e municipais e autoridades políticas.

O  processo de instalação começou em setembro de 2010, com a aquisição do terreno da antiga montadora de motores TMT Motoco. Em sete meses o espaço de um milhão de metros quadrados recebeu expansão e adequação física, de acordo com o presidente da Caterpillar no Brasil, o tempo é recorde em toda a história da fábrica.

A empresa investiu cerca de R$ 170 milhões no município e até a metade de 2012 pretende injetar a soma de R$350 milhões no país. Inicialmente, a unidade de Campo Largo irá produzir a retroescavadeira 416E (com profundidade de escavação de 4,36 metros e opção de braço extensível de 5,45 metros) e, a partir do ano que vem, iniciará a produção da carregadeira de rodas 924H. O objetivo da nova fábrica é expandir os negócios para o Mercosul e aliviar a unidade de Piracicaba, que hoje produz no limite de sua capacidade.

Até 2013, quando a nova fábrica estiver produzindo em plena capacidade, vai gerar 1000 postos de trabalhos diretos, atualmente conta com 260 funcionários. “A intenção é que ao menos 90% deles sejam preenchidos por campo-larguenses”, disse Calil.

De acordo com o prefeito Edson Basso a inauguração da fábrica representa o bom desenvolvimento do município. “Campo Largo apresenta um cenário favorável para desenvolvimento industrial; Tem se destacado pelo fácil acesso à capital e ao porto e pela qualificação profissional. A inauguração da Caterpillar consolida esta boa e duradoura fase do município, sua [da empresa] imagem sólida e íntegra agrega muitos valores à nossa cidade, com certeza esta grande parceria será benéfica para ambos os lados. Sou muito grato em poder ter dado minha contribuição, como prefeito, para a vinda e instalação desta grande empresa”, afirmou.

O prefeito lembrou a crise que encontrou em 2005, com a saída da TMT Motoco e declínio de pequenas empresas prestadoras de serviço, e a chegada da Caterpillar demonstra a retomada dos investimentos na cidade. “Não há nada mais triste do que um homem tirar o trabalho de outro homem, tivemos uma dura crise econômica, mas hoje somos vencedores”, declarou.

O governador Beto Richa enfatizou a participação do prefeito para a definitiva inplantação da Caterpillar no Paraná. “O Prefeito foi o primeiro a assumir o ousado desafio de trazer a multinacional ao estado, e conseguiu por ser um administrador decente que briga para defender os interesses de seu povo”, declarou.

A unidade terá 50 mil metros quadrados de área construída e fará investimentos na preservação ambiental e na formação e qualificação dos trabalhadores, por meio de parceria com escolas profissionalizantes e institutos de pesquisa.

Fonte:http://agoraparana.uol.com.br/index.php/cidade/campo-largo/5162-campo-largo.html

 

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GUIA VOCÊ S/A-EXAME ELEGE CATERPILLAR A MELHOR EMPRESA PARA VOCÊ TRABALHAR NO SUDESTE

A Caterpillar participa deste ranking há oito nãos consecutivos e está entre as  primeiras colocações  há cinco anos

Piracicaba, 7/09/2011. A Caterpillar Brasil  está novamente no pódio das melhores empresas para trabalhar. Desta vez, o reconhecimento pelo bom ambiente de trabalho desenvolvido em sua unidade de Piracicaba veio do Guia Você S/A-Exame. Este ano, a pesquisa mudou a forma de premiação, apontando as melhores empresas por região, o que levou a Caterpillar a conquistar a primeira posição do Sudeste. Recentemente, a empresa também foi eleita a 2ª melhor empresa e 1ª. melhor  indústria da 15ª edição do ranking das melhores empresas para trabalhar no Brasil,  realizado pelo Great Place to Work Institute (GPTW).  Com estes resultados, a Caterpillar é hoje a única empresa a figurar entre as cinco melhores empresas para trabalhar no Brasil, por cinco anos consecutivos.

Segundo Luiz Carlos Calil, presidente da empresa, a Caterpillar tem estimulado o espírito empreendedor e o engajamento de seus funcionários por meio de um ambiente positivo de trabalho, focado em valores, que faz com que as pessoas se sintam em sua segunda casa e tenham muito orgulho da marca que ajudam a construir. “Cada  indivíduo compreende a importância de seu trabalho para o sucesso da empresa e é reconhecido por sua participação na condução da estratégia de negócios. Isto gera um ambiente altamente motivador, pois faz com que os funcionários se sintam também donos do negócio”, afirma Calil.

A Caterpillar se destacou no ranking pela satisfação de seus funcionários em trabalhar na empresa e credibilidade de suas ações. A pesquisa também apontou como diferenciais da empresa o ambiente imparcial, que promove  respeito, justiça, transparência e favorece o desenvolvimento profissional. Os investimentos em segurança, saúde e qualidade de vida também são considerados pontos fortes de suas práticas de gestão.

Premiação do Guia Você S/A-Exame

1ª. Melhor Empresa para Você Trabalhar no Sudeste

Premiações do GPTW:

2ª. Melhor Empresa para Trabalhar no Brasil

1ª. Melhor Indústria para Trabalhar no Brasil

Destaque na prática cultural “Inspirar”

9ª. Melhor Empresa na categoria Comunicação para Funcionários

Sobre a Caterpillar Brasil: Sediada em Piracicaba (SP), a Caterpillar Brasil celebra 57 anos de presença e liderança absoluta de mercado em seus segmentos de atuação, além de acumular as certificações em Excelência Operacional Classe A, ISO 9001 e ISO 14001. A linha nacional de produtos é composta de 40 diferentes modelos de máquinas, entre escavadeiras hidráulicas, compactadores, carregadeiras de rodas, motoniveladoras, retroescavadeiras e tratores de esteiras. Produz também grupos geradores nas faixas de 32 a 750 kVA de 1360 ekW a 2250 ekW, ferramentas e acessórios especiais para seus equipamentos.  A empresa conta com 6.000 funcionários, sendo reconhecida pela gestão de pessoas, suas ações de responsabilidade social e respeito ao meio ambiente. Em setembro de 2010, anunciou planos de expansão de sua manufatura no país, adquirindo uma nova unidade industrial, em Campo Largo (PR), que deverá entrar em operação ainda este ano. A empresa é a principal exportadora de seu setor e a 19ª. do país no primeiro semestre de 2011. Desde 2004, é classificada como uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil e na América Latina pelas pesquisas do Great Place to Work e Guia Você S/A-Exame.   A Caterpillar é hoje a única empresa a figurar entre as cinco melhores empresas para trabalhar no Brasil, por cinco anos consecutivos.
Informações adicionais à imprensa:
Rosa Morais
55-19-2106.2245/ 8149.9127

rosamorais@cat.com

Caterpillar Brasil

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Caterpillar anuncia compra da Bucyrus por US$ 7,6 bi

NOVA YORK – A fabricante de equipamentos pesados norte-americana Caterpillar anunciou hoje um acordo para comprar a Bucyrus International por cerca de US$ 7,6 bilhões, em dinheiro. A Caterpillar pretende criar com a aquisição um negócio integrado de equipamentos de mineração, tendo em vista que a competição da demanda mundial por commodities mostra poucos sinais de abatimento.

A Caterpillar tem tentado há muito tempo expandir sua presença no setor de mineração, enquanto a Bucyrus queria adicionar uma carteira de escavadeiras e máquinas de extração à sua linha de caminhões grandes e de máquinas para movimentação de terra. A Caterpillar está oferecendo US$ 92 por cada ação da Bucyrus, o que corresponde a um prêmio de 32% sobre o preço de fechamento do papel da companhia na última sexta-feira.

O acordo proposto, programado para ser concluído em meados de 2011, é o primeiro movimento em larga escala do chairman e executivo-chefe da Caterpillar, Doug Oberhelman, que assumiu a administração da companhia em julho. As informações são da Dow Jones.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/not_43405.htm

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Expoforest 2011 gera mais de 100milhoes de reais em negócios

A Expoforest 2011 – Feira Florestal, realizada entre os dias 13 e 15 de abril, em Mogi Guaçu (SP), superou todas as expectativas. Com 8753 visitantes de diferentes partes do Brasil e do mundo, a primeira feira florestal dinâmica da América Latina, surpreendeu ainda pelo volume de negócios gerados durante os três dias: mais de 100 milhões de reais. Os 127 expositores apresentaram mais de 158 marcas. O evento contou com visitantes de 743 cidades dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal e de um público expressivo de estrangeiros de 26 países, entre eles Argentina, Chile, Uruguai, Canadá, Alemanha, Suécia, Inglaterra,Áfricado Sul.

Segundo um dos organizadores do evento, Ricardo Malinovski, o resultado positivo mostra que o setor estava carente de um evento desse porte e com essas características. “A feira dinâmica permitiu aos visitantes e aos expositores uma nova forma de relacionamento e a possibilidade de uma negociação direta. O volume de negócios surpreendeu a organização e os expositores”, afirma.

O geógrafo da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, Renato Moreira, ficou impressionado ao ver os equipamentos de colheita em funcionamento. “Acompanho diversas feiras agropecuárias e esta superou as expectativas”, diz. Moreira conta que gosta muito da área de silvicultura de precisão, tanto que faz especialização em gestão florestal na Universidade Federal do Paraná. “Ficou explicito a tecnologia avançada do setor, principalmente nas grandes empresas. As pequenas também têm espaço para crescimento e inúmeras possibilidades de investimento”.

Um dos objetivos da feira foi atrair o maior número de lançamentos para o setor. Foram mais de 150 novidades, entre equipamentos, máquinas, serviços e produtos como fertilizantes e insumos para o plantio.

A norte-americana Caterpillar apresentou cinco máquinas voltadas para esse mercado. Escavadeira, skidder, forwarder, harvester e feller buncher dominaram uma área aberta no meio da floresta de eucaliptos para cortar, colher, deslocar e agrupar as árvores.

A grande novidade foi o lançamento nacional do cabeçote harvester para escavadeira, adaptado para o uso em árvore de eucalipto, que pode ser utilizada para derrubada, descalhamento e descascamento das toras.

A importância da parceria entre os setores privado, público e de pesquisa foi destacada por Jorge Roberto Malinovski, um dos organizadores da feira, como imprescindível para o estímulo do segmento florestal. Foi através dessa parceria que o evento se tornou possível. Rildo Martini, diretor de suprimentos da International Papel, que cedeu a área onde foi realizada a Expoforest, considera a feira um núcleo de potencial econômico, uma oportunidade de compartilhar informações com diferentes pessoas e também motivo de orgulho para a IP por suas dimensões sem paralelo. Ele também chamou atenção para a competitividade do Brasil no cenário mundial de florestas e a importância disso na geração de divisas.  

Fonte: INTERACT Comunicação Empresarial

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XVI Seminário de Colheita e Transporte Florestal

Após o sucesso de público e negócios alcançado na última edição da Expoforest em Curitiba (PR), em 2008, o Brasil se prepara para receber um novo formato de feira no setor florestal. Em 2011, o interior de São Paulo será o cenário para a primeira feira florestal dinâmica da América Latina. Nos mais de 118 hectares de área de plantio de eucalipto clonal, você terá a oportunidade de encontrar o que há de mais avançado em novas tecnologias para a implantação e a colheita de florestas plantadas, assim como, irá conhecer as melhores opções de equipamentos utilizados para transporte das toras, englobando toda a cadeia produtiva da madeira.

O novo formato também contará com os tradicionais estandes em local estático para os expositores e outros serviços que não necessitam de trabalho de campo. Esse modelo é um desejo antigo do próprio setor e que se tornará realidade a partir do trabalho conjunto com diferentes parceiros. Realizada simultaneamente ao tradicional Seminário de Atualização Sobre Sistemas de Colheita de Madeira e Transporte Florestal, a feira dinâmica consolida o Brasil no mercado internacional como potência mundial na área de implantação de florestas, colheita e transporte florestal.

O objetivo de todo esse esforço é garantir um ambiente propício para novos negócios e futuras parcerias. Durante os três dias de feira, será possível ver de perto as novidades que irão contribuir para melhores resultados no seu negócio, já que a participação das principais empresas mundiais do segmento é certa. Para se ter uma idéia, em 2008, mais de 58 expositores estiveram presentes no evento, com a visitação de mais de 4 mil pessoas de diferentes países. Desta vez, a expectativa é ampliar o número de expositores e agregar ainda mais qualidade à feira.

Fonte: http://www.expoforest.com.br/

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Caterpillar inicia processo de recrutamento em Campo Largo

A Caterpillar iniciou esta semana o processo de seleção de funcionários para a sua nova unidade industrial em Campo Largo. Em parceria com a Prefeitura Municipal, realizará durante toda a semana nas instalações da Agência do Trabalhador, testes, dinâmicas de grupo, e entrevistas individuais com 150 candidatos pré-selecionados, todos de Campo Largo.

As primeiras vagas são para cargos operacionais, mas o processo de seleção terá continuidade nos próximos meses, até que todas as vagas sejam preenchidas. As inscrições e cadastramento de currículo podem ser feitas diretamente no site de contratações da Caterpillar (WWW.trabalheconosco.cat.com) e também no da Agência do Trabalhador (WWW.sept.pr.gov.br).

Segundo Suely Agostinho, diretora de Recursos Humanos e Assuntos Corporativos da Caterpillar Brasil, o apoio da Agência do Trabalhador foi essencial para podermos começar nosso trabalho de contratação de profissionais em Campo Largo, uma vez que podemos dispor do banco de talentos já disponível na prefeitura, além de podermos contar com sua estrutura para fazermos nossos testes, pois o prédio da fábrica esta sendo reformado. “Acreditamos no potencial das pessoas do município e, por esta razão, estamos buscando, preferencialmente os moradores locais”, acrescenta Suely.

Fonte: http://www.folhadecampolargo.com.br/vernoticia.php?id=7493

 

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Responsabilidade social

A Caterpillar doou dia 30, 400 cestas básicas, que totalizam seis toneladas de alimentos, para o Banco de Alimentos, entidade mantida pela Semdes (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social).

A iniciativa foi de um alto executivo internacional da empresa, o indiano Ali Bahaj, que atualmente trabalha na sede do Japão. Foi ele que enviou um cheque pessoal com o equivalente a R$ 10 mil à diretoria de Piracicaba para que realizasse a compra dos mantimentos.

“A Caterpillar local tradicionalmente faz campanha com funcionários em situações de emergência. Durante as enchentes de janeiro do rio Piracicaba, pudemos comprar geladeiras e fogões para quem perdeu eletrodomésticos com as cheias. E foi por tomar conhecimento disso que Ali Bahaj se sensibilizou, por ser muito focado em comunidade e responsabilidade social”, explica Rosa Morais, consultora de responsabilidade socioambiental.

Com o dinheiro foram compradas cestas com alimentos de primeira qualidade. Rosa conta que a empresa estimula vários tipos de campanhas, como durante o desmoronamento de encostas na região serrana do Rio de Janeiro, em fevereiro. Na ocasião, a Fundação Caterpillar destinou 100 mil dólares para os atingidos.

A empresa está instalada em 200 países, com a marca de 237 fábricas instaladas ao redor do mundo. No Brasil, além de Piracicaba, está presente na cidade paranaense de Campo Largo. Está instalada no país há 57 anos e há 35 anos em Piracicaba, onde tem aproximadamente 3.500 funcionários. 

Fonte: Jornal de Piracicaba

 

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Resgatando História

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A estrada do desenvolvimento

Equipamentos CAT operam nas obras da BR-163, de Cuiabá a Santarém, que ajudará no transporte da produção agrícola da região

Com obras iniciadas nos anos 70, a BR-163 abrange os Estados do Pará, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Dessa rodovia que corta uma boa parte do Brasil, cerca de 670 quilômetros estão sendo construídos e pavimentados desde o segundo semestre do ano passado. É um longo trecho que vai de Cuiabá/MT a Santarém/PA, que será fundamental no escoamento das produções agrícolas das Regiões Centro-Oeste e Norte.

Todos os consórcios que atuam nessa obra que trará mais desenvolvimento ao país têm em suas frotas equipamentos Caterpillar, que contam com total suporte da Sotreq. A pavimentação asfáltica já foi feita em várias partes da rodovia, principalmente próximo à divisa de Mato Grosso com o Pará e no distrito de Campo Verde, em Itaituba/PA, onde a BR-163 se encontra com a Transamazônica.

A Revista ELO percorreu toda a extensão da obra. O marco zero, na divisa dos dois Estados, é de responsabilidade do consórcio CAL, constituído pelas empresas Cavalca, Agrimat e Lotufo e possui 102,3 quilômetros de extensão. No momento, estão sendo executados 18 quilômetros do serviço, que começou em julho passado e tem prazo de execução de 900 dias. Esse consórcio conta inicialmente com duas motoniveladoras CAT (140M e 140B), que, de acordo com o engenheiro residente, Ronan Fonseca Lemos Filho, apresentam rendimento excelente. “Uma das maiores qualidades delas é a resistência, que pode ser comprovada no dia a dia da obra”, afirma.

O consórcio tem enfrentado dificuldades na execução dos serviços. O trecho, que cruza a Serra do Cachimbo, apresentava algumas peculiaridades, como a existência de grandes erosões nas laterais da pista, uma delas com mais de 20 metros de profundidade. Outro empecilho diz respeito ao meio ambiente. Por se tratar de uma área de preservação, o consórcio precisou tomar cuidados adicionais, como não desmatar as laterais da rodovia, razão pela qual a pista não foi alargada como em outras localidades.

O segundo consórcio no sentido Cuiabá-Santarém, em Cachoeira da Serra, é constituído pelas empresas JM e Torc, incumbidas da terraplenagem e pavimentação de 70,9 quilômetros, dos quais 39 já estão concluídos. No restante do trecho os trabalhos estão bem adiantados e a previsão de término é agosto de 2011.

O consórcio utiliza 40 máquinas CAT. “Há muitos anos, a JM só opera com equipamentos pesados Caterpillar em virtude da confiabilidade e facilidade na reposição de peças e suporte do produto em geral”, revela o engenheiro Warner Silva. “Dessa forma, os modelos como as escavadeiras 330D e 336D, a pá carregadeira 938H e os tratores de esteiras D6 e D8 estão sempre disponíveis.” Ele faz questão de destacar a produtividade da 330D, tanto nos trabalhos de terraplenagem como na sua performance na pedreira. “Há trechos bastante adversos, que são mais rapidamente construídos quando se tem o equipamento apropriado.”

O trecho de 67,3 quilômetros na região de Castelo de Sonhos está sob responsabilidade do consórcio Contern-Cetenco, gerenciado por José Alberto Betônico. Nesse local, o piso apresenta uma incidência muito grande de pedras, o que torna o trabalho das máquinas CAT ainda mais complicado. O consórcio possui oito motoniveladoras e um trator de esteiras D6D. “Basicamente, atuamos com toda a linha das motoniveladoras 120H e 140H e tratores de esteiras D6”, afirma. “Todos são impecáveis.”

Ele conta que, apesar das dificuldades no solo, as máquinas estão sempre disponíveis graças à plena assistência oferecida pela Sotreq. “Ela acompanha a obra de perto e isso facilita a manutenção e a obtenção de peças de reposição, apesar da logística complicada. Assim, o cronograma será cumprido e nosso trabalho ficará concluído em maio de 2011.”

O trecho sob o comando do consórcio 3 Irmãos/Canter inicia-se no quilômetro 240,5 e vai até a cidade de Novo Progresso/PA. Sua extensão é de 68 quilômetros, dos quais 30 estão em execução, com prazo de entrega determinado para dezembro de 2011.

Segundo o engenheiro  auxiliar Rogel Taibo, o consórcio atua com 18 equipamentos Caterpillar, com destaque para a motoniveladora 140H e a escavadeira 330D. “A 330D consegue carregar um caminhão em apenas dois minutos e meio”, frisa. Rogel lembra também a importância do consignado de peças disponibilizado pela Sotreq, que tem sido um fator determinante para ganhar tempo na obra. “Com esse tipo de suporte, fica mais fácil cumprir os prazos”, acrescenta.

Consignação

A consignação de peças estratégicas é um serviço que os consórcios definem como essencial para o bom andamento das obras da BR-163. Não há voos regulares para as cidades de Trairão e Novo Progresso, localizadas no trecho que vai do distrito de Campo Verde, em Itaituba/PA), até a divisa com Mato Grosso. Consequentemente, um consórcio que tenha uma máquina com algum tipo de falha perderia muitos dias até a chegada da peça e de um mecânico para substituí-la.

Além disso, a Sotreq também fez uma análise da aplicação de ferramentas de penetração no solo (FPS) para os clientes, como conversão de pontas de equipamentos concorrentes. A exemplo do consórcio 3 Irmãos/Canter, a Cimcop SA Engenharia e Construções tem sua base na cidade de Novo Progresso. Ela é responsável pela implantação e pavimentação de 41,5 quilômetros no sentido sul-norte.  Até agora, foram executados os trabalhos de 80% da terraplenagem e 100% da drenagem profunda. A meta é concluir pelo menos 30% da pavimentação em dezembro. O gerente da empresa, Ney Cassaro Filete, concorda com os demais consórcios ao apontar a logística como a principal barreira enfrentada na obra. “O local aqui é muito isolado, o que dificulta um pouco para contratar mão de obra qualificada”, afirma.

Quanto às máquinas pesadas, Ney acrescenta que a qualidade da CAT é incontestável, seja pela confiabilidade, seja pela durabilidade e pelo suporte técnico que a Sotreq proporciona. “A Caterpillar não deixa o cliente na mão. É impressionante, por exemplo, a produtividade da motoniveladora 12H”, diz.

Com 54 anos de atividades, a Cimcop SA mantém há muitos anos uma sólida parceria com a Sotreq. “A nossa satisfação com a qualidade do suporte que a Sotreq nos dá é total”, revela Ney. Ele ressalta o trabalho desenvolvido pelo representante de suporte ao produto da Sotreq Celivaldo Santos, que, a cada 15 dias, percorre toda a extensão da obra visitando e prestando assistência aos consórcios. “Esse contato estreito é fundamental para que a Sotreq conheça detalhadamente as reais necessidades dos construtores envolvidos nas obras.”

Segundo Celivaldo Santos, as obras são um grande desafio para os consórcios. “Todos os trechos são difíceis em virtude da logística, mas, na minha opinião, o que apresenta maior dificuldade é o segmento 1.4, muito distante de um centro com mais recursos”, diz.

O consórcio formado pelas empresas CMM, EHL, Ferfranco e França Simões é responsável por um trecho de 117,1 quilômetros de extensão. O gerente Luiz Augusto Claret Tavares revela que um total de 116 equipamentos está em operação na obra, que começou em meados de 2010 e com prazo de 900 dias para ser entregue.

Luiz Augusto enfatizou que a Sotreq, ao dar assistência técnica para os equipamentos CAT, preocupa-se em estar mais perto do cliente. “É a única empresa que mantém um mecânico próximo da obra, na cidade de Nova Progresso”, afirma. “Assim, ficamos tranquilos com relação à manutenção das nossas máquinas, como 336D, D6, 938H, a motoniveladora 140K e a retroescavadeira 416E. Em qualquer emergência, ele vem ao nosso encontro sem demora.”

O último trecho no sentido sul-norte está sendo executado pelo consórcio formado pelas empresas CBEMI, Contern e DM, gerenciado pelo engenheiro Tiago Morozoni de Carvalho. A obra começou em julho passado e também tem prazo de 900 dias para conclusão.

O trecho, de 137,5 quilômetros, é o mais longo nessa obra da BR-163, com aproximadamente 25 quilômetros prontos, faltando apenas à sinalização, que está incluída na atual etapa. Dessa forma, restam 112 quilômetros de implantação e pavimentação. A partir do fim desse trecho, a BR-163 utiliza-se do leito da Transamazônica por 120 quilômetros até a cidade de Rurópolis, no sentido oeste-leste. Nessa cidade, a estrada retoma o sentido sul-norte, até Santarém.

Tiago Carvalho conta que quase todos os equipamentos utilizados são Caterpillar. “A escolha é por um motivo bem simples: eles são mais confiáveis e apresentam um desempenho acima da média”, afirma. Dos 22 modelos CAT que operam no trecho, há duas D6N, duas D6T, duas escavadeiras 345C e seis 320D e três compactadoras de solo CP533E. O engenheiro também aponta a consignação de peças como a principal vantagem da parceria com a Sotreq: “O consórcio dispõe de um estoque consignado, o que representa um grande avanço, dadas as dificuldades de logística na região”.

No fim da jornada, fica para trás um imenso corredor que, quando concluído, vai significar mais possibilidades de desenvolvimento para o país. E, como tantas outras obras importantes Brasil afora, tem a participação decisiva da Sotreq e dos equipamentos CAT.

Fonte: http://revistaelo.com.br

 

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Dicas para cuidar de sua miniatura

Como limpar uma miniatura

A principal pergunta de todo o colecionador e como limpar uma miniatura. As miniaturas são objetos frágeis e suas pinturas mais delicadas ainda, pois acamada é tão fina que qualquer coisa pode removê-la.
Ao comprar uma miniatura de metal em escala que esteja suja, sempre limpe a parte externa com um pano macio e seco, se não adiantar, umedeça o pano, comágua e um “pouquinho” de detergente neutro, e limpe com movimentos leves, para evitar estragar algum adesivo.
A parte interna deve ser limpa com cotonetes úmidos e depois seco com cotonetes secos, não deixe molhado, pois pode ocasionar mofo.
Se mesmo após a limpeza a pintura estive muito “apagada” coloque em uma flanela seca “bem pouquinho” de lustra móveis a base de silicone, não abrasivo,e passe em movimentos circulares, EVITANDO passar sobre os adesivos. Os resultados são muito bons.

Como armazenar uma miniatura

Outra questão importante diz respeito ao armazenamento, evite deixar sua miniexposta ao pó, pois se assim for, você terá sérios problemas para mantê-la em bom estado, entretanto, mesmo armazenando a mini em uma estante fechada ou display feito sob medida também pode ser perigoso…
As miniaturas têm tinta, têm pneus de borracha, etc., tudo isto é composto porderivados de petróleo, automaticamente, podem liberar gases que combinados com outros compostos do local de armazenamento podem ocasionar reações químicas que com o tempo podem danificar a miniatura, neste caso, sempre tenha alguns cuidados, como abrir periodicamente o local de armazenamento,nem que seja por 1 minuto, para liberar os gases; se as prateleiras forem de vidro, não coloque a miniatura diretamente sobre o vidro, pois é muito comum o chamado “derretimento” dos pneus, que é ocasionado por reações químicas do vidro e da borracha, use uma base expositora, ou coloque uma simples “caixinhade fósforo” sob a mini, suspendendo-a. Se a prateleira for de madeira pintada ou envernizada, coloque um feltro sobre a prateleira, forrando a mesma, evitando as reações químicas da tinta do expositor com as borracha das minis.
Outra dica importante é periodicamente, girar as rodas da miniatura, pois como passar do tempo e o peso da miniatura estática, os pneus vão ovalando-se, portanto, um simples ato de girar a roda, mudando o locar de pressão já resolve.
Evite colocar suas miniaturas sob ação direta da luz, pois pode ocasionar o desbotamento da pintura, como ocorre nos carros reais, evite também o calor excessivo e a umidade.
Uma dica legal para evitar a umidade, é colocar alguns saquinhos de sílica gel no expositor, na proporção de 50% a 75%, ou seja, a cada 2 ou 6 miniaturas (1:18,1:24 ou 1:43) um saquinho de sílica gel de 5 cm x 5 cm.

Como restaurar uma miniatura

Já no quesito restauração, tudo é muito delicado e deve ser avaliado caso-a-caso, por exemplo, é comum a pintura descascar, se isto ocorrer, você pode retocar a pintura, mas você deve ter a certeza de obter a tinta da cor exata, para tal, busque referências, pois não confie no visual, pois a cor de uma tinta seca é diferente da molhada… A utilização de pincéis deve ocorrer somente quando são pequenos “picos” na pintura, pois se o espaço for maior, o resultado será horroroso, pois certamente as pinceladas ficarão evidentes. Também evite as tintas em spray, pois o resultado final será o do aspecto de “casca de laranja”, portanto, será péssimo. Para pintar superfícies maiores que pequenos picos, é necessário um aerógrafo.
Se o defeito for dobradiças quebradas por exemplo, descarte a solda, pois normalmente é inviável soldar o Zamac (liga metálica que compõe a miniatura), a alternativa para estes casos como para quebrados de partes plásticas é a utilizaçãode colas fortes, estilo Super Bonder, mas nunca coloque a cola diretamente no ponto a ser colado, pois é muito comum um excesso de cola sair e você “inundar”sua mini de cola, o que será uma trajédia irreparável… portanto, a dica é colocar um pouco de cola em uma tampinha e com um alfinete ou palito de fósforo ou dente, colher um pouco de cola e colocar no ponto a ser colado, até obter a fixação.
Em caso de pneus rachados, a dica é utilizar colas com base de silicone para colar os mesmos e, se houver partes faltantes, pode-se preencher com massa epóxi, técnica utilizada no plastimodelismo.
Acredito que com estas dicas, você evitará os danos mais comuns e recuperará pequenos defeitos, mantendo a beleza original de sua miniatura.

Fonte:www.cuidedesuaminiatura.com.br

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